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Por Natalia Machado

Em 2020, no dia 23 de março, as escolas públicas e particulares de São Paulo foram as primeiras a fechar as portas para tentar conter o avanço do coronavírus. A medida afetou 3,5 milhões de crianças e adolescentes da rede estadual e 2,3 milhões de alunos da rede particular.

Passado um ano de pandemia, o ensino remoto se tornou parte da rotina estudantil, com 18 Estados brasileiros ainda mantendo o ensino à distância e os demais tentando equilibrar um modelo híbrido, no qual existe a junção das atividades “online” e “offline”. Este modelo híbrido já era discutido há anos pelos educadores e, com a pandemia, acabou sendo efetivamente implantado.

Em outubro de 2020, o Conselho Nacional de Educação aprovou uma resolução que permite manter o ensino remoto até 31 de dezembro de 2021 e o MEC também lançou um guia com diretrizes para uma volta às aulas presenciais seguras, que reúne normas técnicas de segurança em saúde e recomendações pedagógicas, porém a grande maioria dos Estados escolheu manter o ensino a distância.

Neste cenário, é muito importante garantir meios que possibilitem o aprendizado remoto, disponibilizando uma plataforma completa para professores, pais e alunos, trazendo eficiência para o ensino.

A Sonner possui uma plataforma educacional completa e integrada, que inclui um sistema web e aplicativos para professores e alunos, contribuindo com mais eficiência na gestão escolar.

O Módulo EAD da Sonner foi desenvolvido especialmente para atender as demandas das escolas municipais durante a pandemia e trouxe grandes benefícios para a educação, garantindo a continuidade e efetividade das atividades escolares bem como auxiliando professores com recursos adicionais de suporte ao ensino. Além das diversas funcionalidades do sistema, os aplicativos proporcionam uma comunicação mais eficaz dentro da própria plataforma através de perguntas e respostas, inserção de arquivos e fotos e aulas online via videoconferência.

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